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Título:  
  Sexualidade na lesão medular
Autor:  
  Aline Knepper Mendes Baasch   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UDESC/CIÊNCIAS DO MOVIMENTO HUMANO
Área Conhecimento  
  EDUCAÇÃO FÍSICA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  589
Resumo  
  O presente estudo objetivou avaliar a influência da lesão medular na Prática; Orientação; Satisfação e Resposta sexuais de homens e mulheres (Estudo 1) e também avaliar o nível de conhecimento; atitude; aproximação e conforto de profissionais da saúde sobre a reabilitação sexual na lesão medular (Estudo 2). No estudo 1 participaram 144 sujeitos (110 homens e 34 mulheres) com lesão medular traumática. Já no estudo 2; participaram 132 sujeitos (34 homens e 98 mulheres); sendo que destes; 33 fisioterapeutas; 36 psicólogos; 32 médicos e 31 enfermeiros. Foram utilizados dois intrumentos: o Questionário de Sexualidade Humana na Lesão Medular (QSH-LM) para o estudo 1; e a Escala de Sexualidade para Conhecimento; Conforto; Aproximação e Atitudes (KCAASS) para o estudo 2. Para cumprir os objetivos propostos nos dois estudos; utilizou-se os seguintes testes estatísticos: Teste t para amostras independentes;Teste U de Mann-Whitney; Teste de correlação de Spearman e Teste Kruskal-Wallis. Em nossos achados houve diminuição da satisfação sexual em homens e mulheres após a lesão medular; porém nos homens; essa diminuição foi significativa estatisticamente. O desejo sexual dos homens foi afetado negativamente; pois entre eles houve diminuição após a lesão. Já entre as mulheres houve incremento do desejo. A lubrificação vaginal; o tempo de lubrificação; a ereção peniana; o tempo de ereção e a ejaculação também diminuíram após a lesão. Vimos que nos homens o orgasmo; a intensidade do orgasmo e ainda a excitação sexual diminuíram significativamente após a lesão. O exercício físico não gerou diferença nas variáveis da sexualidade. O aconselhamento sexual em nível adequado atingiu poucas pessoas. Por fim; vimos que os profissionais da saúde; embora lidem freqüentemente com questões da sexualidade; não estão preparados devidamente para isso. Não importa se em relação ao conforto; à abordagem; ao conhecimento ou ainda à atitude; precisam de incremento.
     
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