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Título:  
  Estudo imunoistoquímico da expressão de a-actina de músculo liso, metaloproteinase de matriz-2, syndecan-1, ki-67 e p53 em cistos radiculares, cistos dentígeros e tumores odontogênicos queratocístico
Autor:  
  Michele Regina Nadalin   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNAERP/ODONTOLOGIA (ENDODONTIA)
Área Conhecimento  
  ODONTOLOGIA
Nível  
  Doutorado
Ano da Tese  
  2008
Acessos:  
  492
Resumo  
  O objetivo do presente estudo foi avaliar; em cistos radiculares (CRs); cistos dentígeros (CDs) e tumores odontogênicos queratocísticos (TOQs); a expressão imunoistoquímica de: 1) syndecan-1 (CD138); Ki-67 e p53 nas células epiteliais do revestimento cístico e 2) 7- actina de músculo liso e MMP-2 nas células mesenquimais da cápsula cística. Foram selecionados 35 casos de CRs; 22 CDs e 17 TOQs. Cortes histológicos de 3 Nm de espessura foram obtidos de blocos de parafina; nos quais foram realizadas reações imunoistoquímicas; utilizando o método estreptavidina-biotina-peroxidase. Para determinar a porcentagem de células positivas; foram avaliados 3.700 campos microscópicos (400x) em 370 cortes histológicos; adotando os seguintes critérios: syndecan-1 e Ki-67 - negativo (<5% de células positivas); expressão fraca (5%-50% de células positivas) e expressão forte (>50% de células positivas); p53 - negativo (<5% de células positivas) e positivo (S 5% células positivas). Para 7-actina de músculo liso; a presença de células positivas foi classificada como negativo (-); escasso (+) e abundante (++) e MMP-2 em negativo (-); fracamente positivo (+) e fortemente positivo (++); de acordo com a quantidade de MMP- 2 positiva. No syndecan-1; avaliou-se também a intensidade da positividade das células epiteliais (+: fraca intensidade; ++: forte intensidade). Para análise estatística; foram utilizados o teste exato de Fisher e a correlação de coeficientes de Spearman; quando aplicáveis; adotando significância de 5%. A expressão de p53 e expressão e intensidade de CD138 não apresentaram diferença estatisticamente significante entre as lesões. Os TOQs apresentaram positividade estatisticamente superior para Ki-67 na camada suprabasal (p<0;001) em relação às outras lesões estudadas. Nos CRs; observou-se correlação positiva entre a expressão da proteína p53 e Ki-67 basal (p=0;03); expressão (p=0;02) e intensidade (P=0;0001) de syndecan-1; além de correlação positiva entre a expressão de Ki-67 e intensidade de syndecan-1 (p=0;01) e entre a expressão e intensidade de syndecan-1 (p<0;001). Nos TOQs; correlação positiva foi observada entre a proteína p53 e expressão (p=0;002) e intensidade (p=0;002) de syndecan-1; e entre expressão e intensidade de syndecan-1 (p<0;001). Diferente do que ocorreu nos CRs; a positividade de Ki-67 na camada suprabasal dos TOQs correlacionou positivamente com expressão (p=0;01) e a intensidade (p=0;01) de syndecan-1. Nos CDs; não se observaram correlações entre os marcadores estudados. A expressão de 7-actina de músculo liso foi observada em 34;2% dos CRs; 36;3% dos CDs e 46;9% dos TOQs; enquanto a expressão de MMP-2 foi positiva em 97% dos casos de CRs; 90;9% dos CDs e 94% dos TOQs. A expressão de MMP-2 foi significativamente mais forte nos CRs (p=0;009). Pôde-se concluir que nos CRs e TOQs; syndecan-1 parece ter papel importante na progressão destas lesões; e que a presença de miofibroblastos e MMP-2 na cápsula fibrosa de todas as lesões císticas estudadas foi correlacionada com a reabsorção do tecido ósseo adjacente e contribuir para o crescimento das lesões.
     
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