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Título:  
  Mapeamento de áreas vulneráveis para a qualidade das águas superficiais na bacia hidrográfica do Ribeirão João Leite (GO) utilizando técnicas de geoprocessamento
Autor:  
  Clarisse Guimarães Rabelo   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFG/ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE
Área Conhecimento  
  ENGENHARIA SANITÁRIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2009
Acessos:  
  246
Resumo  
  O objetivo do presente trabalho foi mapear as áreas vulneráveis para a qualidade das águas superficiais em uma bacia de abastecimento público, a bacia hidrográfica do Ribeirão João Leite (GO). Para atingi-lo utilizou-se um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para manipular dados de vulnerabilidade de geomorfologia, geologia, solos, clima, vegetação/uso do solo e das áreas de risco à qualidade das águas. A metodologia utilizada foi adaptada da formulada por Crepani et al. (2001) para construção do mapa de vulnerabilidade à perda de solo. O mapa resultante desse processo apresenta cinco classes: estável, moderadamente estável, estável/vulnerável, moderadamente vulnerável e vulnerável. Dos 764 quilômetros quadrados dessa bacia, quase 40% foi classificado como estável/vulnerável. As áreas vulneráveis se encontram principalmente circundando as drenagens que não se encontram protegidas por vegetação ciliar. As áreas moderadamente vulneráveis (cerca de 35% da área da bacia) correspondem às áreas de altitude elevada, relevo movimentado e altamente dissecado pela drenagem. Também se associam a essas áreas a presença de argissolos e nitossolos e o uso preponderante nessa classe é o agropecuário. As áreas de menor impacto para a qualidade da água superficial encontradas foram as que contêm remanescentes de vegetação densa (menos de 20% da área total da bacia). Em cerca de 70% das zonas ripárias de 100 metros traçadas ao longo dos mananciais dessa bacia o uso é o agropecuário. A validação do mapa de vulnerabilidade para a qualidade das águas superficiais consistiu em visita a campo para checagem da verdade terrestre e na confrontação com trabalhos anteriores que contemplaram análises de qualidade da água nessa bacia.
     
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