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Título:  
  Desenvolvimento e padronização de extrato seco de Rapanea ferruginea MEZ.(Mirsinaceae) obtido por spray drying e avaliação in vivo da atividade antinociceptiva
Autor:  
  Thaisa Baccarin   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UNIVALI/CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
Área Conhecimento  
  FARMÁCIA
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  215
Resumo  
  A Rapanea ferruginea é uma espécie pantropical e está presente em várias regiões do Brasil, sendo conhecida popularmente como canela-azeitona ou capororoca. Em estudos anteriormente realizados pelos pesquisadores do NIQFAR, esta planta apresentou importantes efeitos biológicos como anti-inflamatório, hipoglicêmico e analgésico. Este trabalho teve por objetivo desenvolver e padronizar um extrato seco a partir das cascas de R. ferruginea e avaliar a atividade antinociceptiva in vivo. O processo de extração foi realizado por maceração dinâmica, variando-se o grau alcoólico do líquido extrator, o tempo de extração e o tamanho de partícula da droga vegetal. Para a análise do teor do biomarcador nos extratos, foi realizado a validação da metodologia analítica por CLAE, utilizando como biomarcador o ácido mirsinoico B (AMB). As soluções extrativas foram caracterizadas quanto ao pH, resíduo seco, perfil em CCD e teor do AMB por CLAE. Também foi realizada a otimização do processo de secagem por spray-dryer, selecionando variáveis da amostra (teor de sólidos e concentração de excipiente) (lotes 1-9) e do processo (fluxo de alimentação e temperatura de entrada) (lotes 10-18). Os extratos secos foram caracterizados quanto ao teor de umidade, higroscopicidade, propriedades morfológicas e de fluxo, perfil em CCD e teor do AMB por CLAE. A validação biológica do processo de desenvolvimento tecnológica foi realizada através da avaliação da atividade antinociceptiva in vivo pelo método de formalina. O método analítico desenvolvido mostrou ser linear na faixa de concentração do AMB de 5-100 956,g/mL, mostrou ser exato com recuperação média de 101%, preciso e robusto para quantificação do AMB. Na otimização do processo de extração, verificou-se que o grau alcoólico de 90 °GL e tempo de extração de 2 h sem fracionamento de tamanho de partícula representaram as melhores condições tecnológicas para a extração do AMB. O excipiente selecionado para a obtenção dos extratos secos foi o Aerosil®. Todos os lotes apresentaram um fluxo pobre. O teor de AMB nos lotes 1-9 foi maior em extratos com menor teor de sólidos, nos lotes 10-18 o teor não foi alterado significativamente pelas variáveis do processo. Os lotes com menor concentração de Aerosil® apresentaram maior higroscopicidade. As partículas dos lotes 1-9 apresentaram um tamanho médio entre 19 e 34 956,m, sendo que este aumento foi evidenciado em extratos com teor de sólidos maiores. Os extratos mole e seco testados no modelo da formalina, demonstraram melhor resposta na dor inflamatória, não havendo relação com o teor de AMB. Este estudo permitiu determinar as melhores condições para a obtenção de um extrato seco padronizado e biomonitorado de R. ferruginea, contribuindo para o estabelecimento de um novo fitotetápico.
     
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