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Título:  
  Análise do conforto ambienteal em salas de aula da Universidade Federal de Goiás
Autor:  
  Juliana Herlemann Ochoa   Listar as obras deste autor
Categoria:  
  Teses e Dissertações
Idioma:  
  Português
Instituição:/Parceiro  
  [cp] Programas de Pós-graduação da CAPES   Ir para a página desta Instituição
Instituição:/Programa  
  UFG/GEOTECNIA E CONSTRUÇÃO CIVIL
Área Conhecimento  
  ENGENHARIA CIVIL
Nível  
  Mestrado
Ano da Tese  
  2010
Acessos:  
  61
Resumo  
  Proporcionar aos usuários boas condições físicas nas instituições educacionais é determinante para o adequado desenvolvimento das atividades de ensino e aprendizado. Este trabalho trata da avaliação in loco do conforto ambiental de salas de aula de duas edificações com arquitetura e técnicas construtivas diferentes; que compõe a estrutura da Universidade Federal de Goiás. Desta maneira; a pesquisa objetiva explorar estas edificações buscando identificar; em cada uma delas; peculiaridades de seu desempenho térmico; acústico e lumínico; que estejam sendo influenciadas pelas tecnologias adotadas e pela conformação física das mesmas. Os dados técnicos levantados foram avaliados por tipologia de conforto. No conforto lumínico; realizaram-se medições próximas aos solstícios e equinócios e os dados coletados foram analisados pelas iluminâncias médias dos ambientes; coeficiente de uniformidade e contribuição da luz artificial. Os dados de conforto térmico coletados foram: temperatura e umidade relativa; por um período de aproximadamente 11 meses; os quais foram avaliados por meio do conceito de zona de conforto; análise graus-hora e valores máximos e mínimos absolutos. As medições acústicas coletaram os níveis de pressão sonora e ocorreram ao longo de um dia de atividades cotidianas; em ambas as edificações. Notou-se; que há uma influência dos elementos arquitetônicos no conforto ambiental das edificações. Entre outros fatores; um que pode ser destacado é que; apesar de possuírem orientação solar similar; que é um aspecto condicionante de conforto; os resultados do desempenho ambiental; de cada um dos edifícios; foram bastante diferenciados. Paralela a estas avaliações técnicas; foi também realizada uma aplicação periódica de questionários aos usuários das salas estudadas; sendo uma por estação do ano; que buscou caracterizar a percepção destes; em relação a cada uma das tipologias de conforto. Finalmente; foi estabelecida uma correlação entre os dados técnicos levantados e os perceptivos. Em parte dos casos; as opiniões expressadas pelos usuários não foram condizentes com os resultados avaliados por meio das medições técnicas; demonstrando assim uma divergência entre a zona de conforto adotada e a real satisfação dos usuários das edificações.
     
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